Como pedir uma menina para amizade, pela primeira vez

Vá direto para convidá-la ou dar-lhe seu número de contato para chamá-lo de volta. Se ela não está feliz com seu relacionamento atual, em seguida, ela vai encontrá-lo como uma oportunidade para acabar com seu atual relacionamento não tão significativo. 3. flertar com ela para pedir uma garota se ela já está em um relacionamento Daremos algumas dicas aqui para que você perca a timidez e então possa aprender de vez como conquistar uma mulher. Um passo simples é começar a cumprimentar pessoas desconhecidas nas ruas, diga um bom dia, uma boa tarde, uma boa noite, etc. Aos poucos inconscientemente você vai destravando esse bloqueio no seu cérebro. A primeira transa é um momento em que muitas dúvidas aparecem, causando até uma sensação de ansiedade e insegurança. Como se preparar para a primeira vez é algo que muitas meninas gostariam de saber. Por isso, nós da tt listamos alguns detalhes que a deixarão mais confiante para essa ocasião.. O momento certo. Todas as suas amigas estão começando a transar, você já está em um ... Como Falar com uma Garota por Mensagens de Texto. Hoje em dia, é supernormal começar uma amizade ou algo mais por mensagens de texto no celular. Se você quer que aquela menina comece a gostar de você também, um dos jeitos mais fáceis e... Para muitos, aproximar-se de uma garota não é tarefa fácil. Existe o medo de ser rejeitado, fazer o ridículo, não saber exatamente o que dizer, medo do que os outros vão pensar etc. Tudo isso, claro, somado às fantasias vendidas pelo cinema, televisão, redes sociais, sobre o que deveria ser o amor ideal. Por isso não se preocupe não. Aprenda como mandar a primeiramensagem correta. Uma primeira mensagem mandada na hora certa tem muita eficácia. Para além do tópico, que tem de ser um tópico ideal. Veja bem o tópico que usa. Uma primeira mensagem bem escrita pode dizer muito com pouco. Uma primeira mensagem por vezes vale mais que mil palavras. Se você está querendo saber como beijar uma garota pela primeira vez ou como beijar melhor uma garota que você já beijou, as dicas abaixo irão ajudá-lo. Então preste atenção. Sem mais delongas, vamos começar com um passo preliminar que tornará o beijo fácil e natural. Passo preliminar para beijar uma garota: deixe-a de bom humor Quando acabei o programa em 2012, retornei ao Brasil com o inglês afiado e apaixonada pelos EUA. Em 2014, decidi mais uma vez deixar minha pátria amada Tupiniquim para voltar à terra do tio Sam, mas dessa vez, para estudar Gerência de Cadeia de Suprimentos no sul a Flórida, o pedacinho dos Estados Unidos que nos oferece estranha familiaridade. Como Conquistar Uma Mulher Para Namorar? Amiga ou Desconhecida… A primeira coisa que você precisa saber é que, chegar em uma mina para ficar é um pouco diferente de pedir uma mulher em namoro, claro que a conquistar de uma mulher para um relacionamento passa pela fase de ficar. Olha, se eu ganhasse 5 reais para cada vez que eu ouvisse a pergunta do tipo “Como conquistar uma amiga” ou “Como fazer uma amiga se interessar por mim” eu já estaria multimilionário.. A verdade é que a ZONA DE AMIZADE é uma dessas áreas cinzas que TODO HOMEM acaba enfrentando em alguma parte de sua vida.

A lenda da Garota do Bueiro

2020.08.15 02:12 evangeon A lenda da Garota do Bueiro

Olá Luba, editores, gatas, papelões, e pessoas que estão a ver.
Este é um relato sobre uma noite de bebedeira. (Terceira vez que tento postar)
No ano de 2011, fui em uma excursão para um Congresso de Direito, na cidade de Londrina/PR. Depois da primeira noite do evento, eu e três colegas de curso, que chamarei de Mikaely, Tabata e Wagner, decidimos ir dar um rolê pela cidade. Saímos do alojamento por volta das 22:30h, compramos uma garrafa de Vodka Balalaika, pegamos um táxi e seguimos para o centro da cidade.
Infelizmente, era segunda-feira, e praticamente tudo já estava fechado, e os poucos bares abertos, estavam acima do nosso orçamento. Então, alguém nos indicou um lugar chamado "Balakobako", que disse ser bom e barato. Saímos em busca do tal bar.
As meninas já haviam conseguido um copo com gelo, momento em que tomei a primeira decisão errada da noite: "Vou tomar vodka pura. Quem mal pode fazer?" Como sou fraco para bebida, rapidamente já estava feliz e cantando. Em todo lugar que parávamos pra pedir informações, as pessoas riam de mim, pois já sou retardado por natureza. Imagina bêbado.
Enfim, não achamos o bar, e decidimos voltar a pé para o ponto de táxi e terminar de beber a vodka misturada com um refrigerante que as meninas compraram. Após andar duas quadras, Tabata, que também já estava feliz, pediu carona a um rapaz que dirigia uma Van. Ele, muito gentil, aceitou levar quatro estranhos até o ponto de táxi.
Já no ponto de táxi, fizemos amizade com um dos taxistas, que chamarei de Daniel. Ele disse que deixaria o turno logo mais, e que tinha whisky e energético no carro, e nos convidou para passear pela cidade com ele. Eu relutei de início, pois é certo desconfiar de tanta generosidade, isso enquanto rolava no chão e dizia que não iria. Mas Mikaely me convenceu, pois disse que seria difícil ele sequestrar quatro pessoas. Entramos no carro, e seguimos pelas ruas de Londrina, bebendo e curtindo som. Com os bares fechados, a primeira parada, foi em um tal Parque Igapó. Ali as coisas começaram a sair do controle.
Ao chegar, veio aquela vontade coletiva de urinar. Eu desci do carro já fui me aliviando ali mesmo. Wagner, procurou uma árvore. E Tabata, viu um canto escuro, e adentrou no breu. Só ouvi o estrondo. Foi como o barulho de uma jaca madura quando cai da árvore. Tabata caiu dentro de um dos canais que escorriam as águas da chuva para o lago que tinha no parque. Olhei para os outros e gritei: "Meu Deus, a Janaína caiu!". Os outros, sem entender nada, perguntaram quem era Janaína, e eu disse que era a menina que estava com a gente. Sim, eu havia conhecido Tabata e Wagner naquela noite, e ainda não havia decorado os nomes. Todos riram, pois achávamos que estava tudo bem.
Pouco tempo depois, Daniel nos chamou de volta para o carro, pois Tabata havia se machucado. Quando chegamos, eu que já estava vendo as coisas meio embaçadas, olhei para a perna da menina e disse: "Mano, que buraco enorme na tua perna!". Ela havia batido a canela, e quase dava pra ver o osso. Super tranquila, ela disse pra colocar um band-aid, e tava sussa. Obviamente, por estar anestesiada no álcool.
Daniel colocou todos no carro, e rumamos para o hospital mais próximo. O primeiro era particular, e não atendeu, Tabata por razões óbvias de não termos grana. A menina se desesperou. Chorava e falava que não queria morrer. Então fomos para outro hospital que era público. Wagner, que estava mais centrado, acompanhou Tabata, enquanto os outros aguardavam no estacionamento. Neste momento, Mikaely disse (pois não me lembro desta parte) que eu deitei no chão do estacionamento, disse que o céu estava lindo, e apaguei. Ela gritou para eu ir dormir no carro. Levantei, cheguei perto dela e disse: "Estou muito preocupado com a Viviane." Sim, eu passei a noite inteira chamando Tabata de todos os nomes possíveis, menos o dela. Logo depois, entrei no carro e dormi de novo.
Quando acordei, já estávamos de volta ao rolê, e Tabata já com a perna enfaixada. Foi aí que eu virei o bêbado chato, e briguei com o pessoal, pois estávamos com uma pessoa estranha, bêbados, a menina com a perna machucada, e todos festando como se nada tivesse acontecido. Então Daniel me disse pra relaxar, e nos levou a última parada da noite, um lugar com umas espécies de gazebos iluminados, e umas fontes com uns peixes bem bonitinhos. Ali, mais calmo, conversei com Mikaely e decidimos que já era hora de retornar ao alojamento.
Voltamos umas 05h da manhã. Tabata estava hospedada em um dos quartos do segundo andar. E como ela estava com a perna machucada, ainda subi as escadarias com ela no colo.
Alguns dos universitários tinham passado a noite bebendo e jogando truco no alojamento mesmo. Cumprimentamos os que ainda estava acordados, e fomos dormir. Detalhe, o alojamento era um espaço que nos foi cedido, dentro de um Seminário Palotino.
No outro dia de manhã, o Professor responsável pela excursão, entrou nos alojamentos, e passou o maior sermão, pois quase fomos expulsos pela bagunça que os outros universitários ficaram fazendo. Porém, como nós chegamos da rua já amanhecendo, a maioria das pessoas que não estavam envolvidas, pensaram que fomos nós quatro que tínhamos feito a tal bagunça.
Resultado, passamos a noite fora e levamos a culpa por uma festa que não damos, e Tabata ficou conhecida na faculdade como "A Garota do Bueiro". Mas valeu a pena. Pois apesar de tudo, foi uma noite muito foda.
Desculpem o textão. Abraços! <31
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2020.08.10 00:26 claudiocastagnoli Será que coloquei tudo a perder?

Olá amigos, espero que tenham tido um ótimo domingo e um dia dos pais tranquilo. Venho aqui hoje para pedir uma opinião a respeito de algo que vem me deixando muito angustiado. Contextualizando, tenho 24 anos de idade, sou homem, moro há 10 meses sozinho em uma cidade que não é a minha de origem e que ainda conheço pouca gente. Pra entender os conceitos e causas do que vou contar, é preciso contextualizar a minha situação enquanto ser humano. Eu sempre fui obeso, desde a adolescência. Por mais que isso teve um impacto sobre mim durante toda a minha vida até aqui, eu nunca sofri muito em relação a ações de outras pessoas, como bullying. Acredito que pelo fato de ser bem alto, o que disfarça um pouco os 40kgs acima do peso em que cheguei no segundo mês de quarentena. O fato de ser obeso fez com que eu me tornasse uma pessoa muito tímida, desenvolvesse fobia social e fizesse com que eu não tivesse uma iniciação amorosa, digamos assim, como a maioria das pessoas. Beijei pela primeira vez aos 19 anos de idade, perdi a virgindade aos 22, etc. Eu nunca passei pelo processo de conquista nessas situações, sempre foi algo combinado antes e mecânico, utilizando geralmente o Tinder com um perfil anônimo procurando sexo. O motivo é simples, me sinto muito inseguro e tímido para desenvolver uma relação normal com uma pessoa nesse sentido, fico muito nervoso e quando tentei, diversas coisas aconteceram, como me dar um branco terrível e eu perder todo e qualquer assunto que eu teria com uma pessoa que eu conversava quase todos os dias pela internet. Eu sou uma boa pessoa, sou uma pessoa criativa, carinhosa, atenciosa, eu modéstia parte sempre agradei as poucas meninas que chegaram a ficar comigo, pq sempre pesquisei e estudei muito sobre o que fazer pra satisfazer uma pessoa da melhor maneira possível. Uma dessas garotas, das 3 que ficaram comigo na vida, foi inclusive o mais próximo que tive de um relacionamento, que só não rendeu pq me mudei de cidade na época. Eu nunca fiquei com ninguém, no sentido de sair com uma pessoa e durante esse encontro desenvolver uma atração e terminar o encontro com um beijo ou uma noite juntos. Isso me doía, mas agora anda doendo mais, e explico o motivo.
Logo ao me mudar para esta cidade no último ano, conheci uma garota maravilhosa. Sei o quanto isso pode parecer clichê, mas eu nunca conheci ninguém igual a ela. E só de pensar na personalidade, em todo o carinho que ela me entregou desde o início, eu me emociono enquanto escrevo meu relato. O fato é que do início de 2020 pra cá nos aproximamos MUITO, mas acabamos conseguindo sair apenas duas vezes antes da quarentena começar. Foram dois rolês incríveis que me lembro sempre com certa nostalgia. Depois desse segundo rolê, começamos a nos aproximar de maneira afetiva, e é aí que minha insegurança e inexperiência começa a afetar tudo. Estávamos muito próximos, falávamos de coisas que queríamos fazer, éramos muito carinhosos um com o outro, ela foi a primeira a dizer que me amava, o que me deixou muito feliz. Estávamos muito bem, mas eu estava com medo de estar entendendo as coisas da forma errada, e como já havia sofrido com isso antes, resolvi perguntar. Resumindo, ela disse que se interessava em ter uma amizade colorida comigo. Eu disse que tudo bem, eu também queria isso (por mais que por dentro já soubesse que estava apaixonado). Depois dessa nossa conversa, conversamos posteriormente mais uma vez sobre isso, confirmando o nosso status, mas com o tempo deu uma leve esfriada, o que é normal devido à quarentena. Mas a minha mente insegura ficava sempre buscando confirmações, e sei que isso pode ter afastado ela. Marcamos um encontro em minha casa nas últimas semanas, depois de ficarmos afastados desde março. Eu fiquei MUITO empolgado, fiz de tudo pra recebê-la da melhor maneira possível, deixei minha casa arrumada, cheirosa, comprei uma roupa nova pra usar, fui ao barbeiro, usei meu melhor perfume e recebi ela. Bom, foi muito legal, fizemos várias coisas, mas não rolou nada. Mesmo com ela dando um sinal com um comentário sobre a minha cama logo na chegada. As coisas foram ficando tensas, eu estava tenso, não rolou NADA. E aí volta a questão da inexperiência de nunca ter chegado a essa situação, de ter de criar um clima pras coisas acontecerem, por sempre ter tido apenas relações mecânicas. Ela foi embora depois de passar o dia todo comigo, fiquei frustrado, e como bom inseguro, resolvi comentar com ela na noite do mesmo dia. Disse que achei que iria rolar alguma coisa mas que eu estava um pouco tenso. E ela quebrou meu coração dizendo que não queria mais. Que me ama, mas não quer isso.
Uma semana antes estávamos trocando memes sobre beijo, duas ou três semanas antes estávamos insinuando atos de carinho. Assim que ela chegou na minha casa fez um comentário que soou como um sinal. E ali, ela disse que não queria isso. 🥺 Sei que provavelmente estraguei tudo com minha ineficácia em relação a deixá-la a vontade pra ficar comigo. Nós estamos bem (mas o assunto ficar nunca mais voltou a pauta), já estamos marcando dela vir outra vez nos próximos dias pra comermos algo. Mas agora pergunto a vocês meus amigos e amigas, da forma mais humilde possível: está tudo perdido mesmo? Como posso tentar reverter essa situação?
Obrigado por tudo ❤️
(Obs: estou fazendo terapia pra tratar essas questões pessoais)
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2020.06.14 05:19 Salamandra01_ O meu primeiro amor...

Olá, Lubinha, editores maravilhosos e caros telespectadores dessas terras tupiniquins. Queria começar agradecendo por você dar tanto espaço aos seus inscritos e foi por isso que tive coragem de compartilhar uma história muito importante da minha vida com vocês.
Completei o ensino fundamental todo em uma escola particular, pois graças a minha mãe e uma pitadinha de sorte consegui uma bolsa integral lá. E eu agradeço muito por ter estudado lá e conseguido ter uma boa educação, porém nem tudo são flores. Haviam algumas restrições lá e uma delas era justamente o controle sobre relacionamentos. Acontece que a escola não tinha ensino médio e eu tive que vir para uma escola pública aqui do meu bairro.
Quando cheguei lá, estava sem amigos (já que o pessoal da particular nunca fez muita questão de estar comigo, e ainda por morarmos longe), fiquei completamente perdido, afinal o ambiente era totalmente diferente. E foi aí que a minha vida começou a mudar: comecei a perceber que ao responder as perguntas dos professores eu era intitulado de nerd, por causa das minhas roupas mais casuais e por ter estudado numa escola particular eu era o riquinho da turma, e o pior de tudo: eu provavelmente era a única pessoa daquela escola que ainda não tinha beijado. Por sorte, acabei conhecendo bons amigos, inclusive o meu melhor amigo.
Passou o primeiro ano e essas questões estavam me preocupando cada vez mais, até que algo incrível aconteceu: a menina mais linda que eu já tinha visto entrou na minha sala e sentou em uma das mesas. Foi a partir dalí que eu não conseguia mais prestar atenção nas aulas, pois só tinha olhos pra ela. Eu não teria coragem de chegar nela, até mesmo porque a pouco tempo atras eu nem me importava com isso e então não tinha experiência nenhuma. Até que um dia teve uma palestra e ela por coincidência ganhou um livro de poemas. Eu nunca fui o tipo de cara que gosta de ler, mas aquela era a oportunidade perfeita para eu tentar me aproximar. Quando estávamos voltando pra casa eu a chamei, os amigos dela estavam com ela e eu estava morrendo de vergonha, mas tomei coragem e pedi para que ela me emprestasse o livro depois de ler. Foi assim que começamos a nos falar.
Até que um dia aconteceu a festa junina na nossa escola, e eu estava andando pra lá e pra cá com meu amigo, quando do nada eu e ele recebemos um bilhetinho dizendo que tinha alguém interessado em nós. Eu fiquei desesperado tentando encontrar quem mandou aquele bilhete, mas no meu coração eu tinha certeza que foi ela. Então um dia enquanto conversávamos eu tomei coragem e disse: eu gosto muito de alguém, mas eu tenho medo de falar porque pode ser que esse alguém que eu goste na verdade gosta do meu amigo (porque ela poderia ter mandado o bilhete pro meu melhor amigo ao invés de mim). E eu fiquei chocado quando ela respondeu: eu gosto de alguém, mas eu não sei o que fazer porque a minha melhor amiga também gosta dele. Bom... não preciso nem dizer que eu estava num mix de felicidade e preocupação. Conversamos bastante e decidimos que, apesar de inevitávelmente machucar alguém, eu gostava dela e ela gostava de mim, e não seria certo nós nos restringirmos por causa da amiga dela.
Meu primeiro encontro estava marcado, decidimos ir ao cinema. Eu cheguei quase 2 horas antes porque estava muito ansioso. Me levantava do banco e sentava a cada 5 minutos, as pessoas a minha volta deviam achar que eu era louco. Tinham dos caminhos pelos quais ela poderia chegar, eu ficava olhando pros dois lados sem parar, morrendo de ansiedade. Até que eu vejo ela vindo, não consegui me segurar, ela estava tão linda que eu abri um sorriso de uma orelha a outra. Nos cumprimentamos, demos uma volta antes de entrar e finalmente fomos assistir o filme. Quando estava na metade do filme eu sabia o que tinha que fazer, mas minhas pernas tremiam muito e eu não conseguia me mexer, até que eu decidi olhar para o lado e esperar ela me olhar de volta. Acontece que, ela era tão quanto ou mais envergonhada que eu então ela não olhou. Então eu cheguei perto dela e disse que queria beijá-la (kkkkkk nós ficamos rindo por um tempo), até que enfim nos beijamos... não vou mentir, tivemos que tentar umas seis vezes até rolar um semi-beijo (porque ela também não tinha beijado muitas pessoas). Depois daquilo eu abracei ela e continuamos olhando o filme. Por sorte, quando estava quase acabando eu lembrei de pedir pra ela olhar o meu rosto (eu estava cheio de batom kkkk). Saímos junto e voltamos pra casa, não queria estragar o resto do encontro então nem arrisquei tentar mais um beijo.
Bom... foi depois disso que tudo começou a desandar. Um dia enquanto conversávamos ela disse que precisava de um tempo para pensar, e quando ela voltou disse que era melhor nós pararmos. Meu chão desabou, começaram os piores dias da minha vida. Eu continuei ao lado dela como amigo, mas eu só estava me enganando... me machucava ficar ao lado dela só como amigo mas eu também não queria deixar de ser amigo dela. Começou um período de total confusão, ela tinha namorado por pouco tempo com uma menina ha um tempo atrás e parecia que nós estávamos competindo por ela. Isso continuou até o verão quando eu fui pra praia no ano novo, estavam todos comemorando e eu não conseguia parar de chorar pensando nela. Foi quando eu vi uma daquelas brincadeiras por status do Whatsapp onde precisa marcar entre uma semana atrás, um mês atrás, etc. E essa outra menina tinha marcado uma semana atrás para beijo... foi quando caiu a ficha. Não tinha sido eu o escolhido. Eu entrei no pior momento da minha vida, se eu já estava triste depois daquilo eu fiquei destruído. Depois que voltei das férias pedi para ela pra gente assistir um filme que já queríamos assistir há um bom tempo. Me diverti durante a tarde, tentei esquecer tudo o que tinha acontecido. Na hora de ir embora, ela me acompanhou até metade do caminho, eu dei o abraço mais forte que pude dar e me despedi. Fiz isso porque eu tinha tomado uma decisão: eu não queria mais sofrer... aquela era a última vez q a gente se falava.
Chegou o terceiro ano, minha rotina era ir pra escola, voltar pra casa e enterrar minha cabeça no computador fingindo que o mundo não existia. Meu melhor amigo tinha começado a namorar e eu já estava cansado de tudo aquilo. Eu sempre fui meio a moda antiga, e isso era um pensamento que me atrapalhava, porque eu já tinha deixado de ficar com as pessoas porque eu dizia que aquilo era ruim, que era errado ficar com alguém sem ter sentimentos (mas também grande parte era por medo da minha falta de experiência). Então por olhar pro lado e ver todo mundo feliz enquanto eu vivia triste, decidi que iria mudar... que eu nunca mais ia pensar em namorar na vida e que só ia viver de aventuras. Não durou muito tempo, afinal é impossível tentar ser quem você não é, continuava só com um beijo na ficha criminal.
Foi então que minha vida virou de ponta cabeça de novo... eu recebi uma mensagem dela. Foi a mensagem que mais abalou o meu coração, ela estava muito triste comigo por eu ter deixado de falar com ela porque ela realmente gostava muito de mim e eu me afastar dela foi suficiente pra ela perceber isso. Bom... eu fui um cuzão, mas posso me justificar por ter sofrido bastante, eu estava com medo de sofrer de novo, então eu disse pra ela que tinha mudado e que se ela quisesse eu só ia ficar com ela. Mas o sentimento foi mais forte, eu também sabia que gostava muito dela. Até que teve o aniversário do meu amigo, e eu pedi pra ela vir na minha casa antes para nós conversarmos antes de ir. Foi uma conversa bastante estranha, mas no fim decidimos dar uma chance pra nós, no fim eu fiquei tão empolgado que tentei dar um beijo nela, mas ela desviou e me pediu desculpa (o que era completamente compreensível devido a toda situação).
Foi então que começamos a ficar. Apesar disso, nós ainda não tínhamos tanta intimidade e não tinha rolado um beijo de verdade ainda. Eu ia pra casa dela mas nós ficávamos conversando, conversando mas ninguém tinha coragem de avançar. Até que um dia nós decidimos ficar nas escadas do prédio... e foi a mesma coisa, conversamos até a hora de eu precisar voltar pra casa. Eu estava completamente frustado comigo mesmo por mais uma vez não ter conseguido tomar iniciativa. Eu me levantei e nos abraçamos pra nos despedir, quando a luz da escada resolve apagar... nós ficamos um tempo abraçados e aí finalmente rolou. Foi um momento mágico, como se fosse o nosso novo primeiro beijo.
Depois disso começou a melhor parte da minha vida. Eu tinha uma namorada linda e era muito feliz ao lado dela. Então chegou aquele momento da relação onde precisávamos dar o próximo passo, acontece que nós dois tínhamos irmãos e era raríssimo ter um pouco de privacidade. Foi então que eu tive coragem de pedir para o meu pai me ajudar, então um dia marcamos dela pousar aqui. Naquela noite meu pai levou minha família pra sair e eu fiquei sozinho com ela. Estávamos assistindo um filme comendo pipoca, a ideia era esperar o filme acabar mas não tínhamos tanto tempo assim pra esperar. Aquele parecia o filme mais longo do mundo, até que eu olhei pra ela e disse: tu ainda quer ver o filme? (Eu sei kkkkk eu tenho um dom de constranger as pessoas), novamente nos rimos por um tempo até que ela disse que não queria mais assistir. Eu fui até a tv, abri no youtube e disse pra ela: você tem duas opções de playlist, a atual ou a clássica (kkkk bom... isso eu posso explicar, eu sempre comentava com meu amigo que algum dia eu iria fazer amor ouvindo aquelas músicas românticas clichês, porque eu realmente gostava delas). Pra minha surpresa, ela escolheu a clássica. Aquele era o momento mais feliz da minha vida, eu não estava acreditando no que os meus olhos viam, ela usava uma linda lingerie preta e a luz da tv na pele morena dela dava um contraste lindo a beça. Aquela foi a nossa primeira vez, um momento muito especial pra nós dois, a minha primeira vez e a primeira vez dela.
Acho que muitas vezes as pessoas esquecem que sentimentos mudam tudo. Nosso primeiro beijo, nossa primeira vez... obviamente não foram as melhores coisas do mundo, mas para mim e para ela foi, porque não se tratava de beijo ou de sexo, se tratava de amor.
Nós namoramos por bastante tempo, até que os problemas começaram a surgir e as diferenças começaram a nos atrapalhar. Ela era uma pessoa que gostava bastante de sair e eu era uma pessoa mais caseira, que gostava de cinemas, restaurantes, piqueniques. Além disso, eu sou uma pessoa extremamente carinhosa, já ela tinha uma maneira mais sutil de demonstrar carinho. Isso ao longo do tempo começou a ficar cada vez mais evidente, até que começou a machucar. No início nos fingimos que não estávamos vendo, porque amavamos muito um ao outro e não queriamos nem pensar na possibilidade de terminar. Mas infelizmente se tornou inevitável, nós tivemos algumas conversas mas para nós darmos certo era necessário que ambos mudassem, e nós não achavamos certo ter que mudar, afinal um relacionamento só da certo se ambos aceitam e conseguem suportar as diferenças. Foi então que a gente viu que não dava mais certo e resolvemos terminar. No fim, o sentimento não foi de raiva, não foi de tristeza. Decidimos continuar amigos porque a amizade um do outro importa muito pra nós, eu quero que ela seja feliz e sei que ela deseja o mesmo pra mim.
Com essa história gostaria de dizer que ter maturidade significa olhar pra trás e não ter vergonha do passado. Graças a ela eu me tornei uma pessoa melhor e aprendi muitas coisas. Aprendi com meus erros e vou me certificar de não errar da próxima vez. Nunca vou me esquecer dos nossos momentos juntos eu vou guardá-la pra sempre no meu coração.
OBS: sobre os bilhetinhos de festa junina, quando namoramos ela me contou que na verdade o bilhete que eu tinha recebido era da amiga dela e ela resolveu mandar pro meu amigo pela zueira kkk / outra coisa, ela foi muito importante pra eu mudar meu pensamento retrógrado, hoje eu sei que não tem nada de errado em ficar, e que na verdade é até bom pra conhecer a pessoa bem antes de tentar algo.
É isso, te amo Luba! Abraços!
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2019.10.09 01:22 4cidquen Bissexual e apaixonada pelo meu amigo gay

Sou uma menina bissexual. Conheci o M. no meu intercâmbio e logo me interessei. Ele é afeminado, muito inteligente e bem nerdizinho. Eu me apaixonei bem rápido, também, questão de duas semanas. Antes que eu pudesse tentar alguma coisa, ele me contou que era gay e eu acabei contando que sou bi (no país onde eu moro, os lgbts são perseguidos e ambos estávamos com medo de nos assumirmos, então foi muito bom tirar o peso das costas). Eu fiquei muito triste, muito triste mesmo, mas decidi manter a proximidade, por ele ser uma pessoa incrível. Nossa amizade está mais forte do que nunca. A proximidade é tão grande que a gente não se desgruda. Ele fica fazendo umas brincadeiras muitooo próximas, chega quase a me beijar. As pessoas sempre acham que somos um casal. Isso mexe muito comigo, porque de certa forma ainda gosto dele. Mas sem chance, as brincadeiras não têm duplo sentido, ele só me vê como a miga sapatão dele (mesmo eu sendo bi). Ele próprio disse que só veio falar comigo a primeira vez pq viu pela minha cara q eu também era LGBT e pensou que a gente poderia se apoiar estando num país como o que a gente está. Como lidar com essa proximidade tão grande? Devo me afastar para não me deixar afetar? Devo só pedir para ele parar com as brincadeiras? Devo dizer que gosto dele e que por isso as brincadeiras me incomodam?
Essa situação me machuca tanto :(
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